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Rodízio – moradores detectam falta de água à noite na região

Alguns moradores da Avenida Santo Afonso, no Jardim Miriam, detectaram que todas às noites após às 23h não há mais água nas torneiras. De acordo com algumas pessoas que moram na via, isto acontece com certa regularidade há pelo menos três anos e só foi percebido por conta da instalação do gás encanado, pois a ligação do equipamento é feita com o encanamento que vem direto da rua, sem passar pela caixa d’água.

A dona de casa Cimira de Souza Pires, é uma das moradoras que comprou o equipamento, cujo encanamento vai direto para o chuveiro para ter maior pressão, na hora do banho, porém se decepcionou. “Se eu deixo para tomar banho mais tarde, não tem água quente, pois ela é que vem da rua, só tem a água fria, que é a da caixa”, informou.

Por conta disto, Cimira teve que desinstalar o chuveiro à gás. “Não compensa, pois às vezes, entes das 22h já não tem mais água. Então voltei ao meu chuveiro antigo”, relatou. Outro morador, Antônio Carlos Lisboa, é estudante e sempre chega tarde em sua residência localizada na mesma avenida. “Quando chego em casa vou direto pro chuveiro, com medo da água acabar, assim garanto um banho quentinho. Quando chego mais tarde, tenho que ir na casa da minha mãe, que fica no mesmo terreno, porém é um chuveiro elétrico normal”, disse.

Outros moradores da região também comentaram a falta de água na rua durante à noite, mas como suas caixas de águas estão cheias, o fato não tem causado problemas à comunidade. “Todos os dias noto que a água chega por volta das 4h ou 5h da manhã. Noto pelo enorme barulho que ela faz na minha caixa de água”, comentou o morador Edevaldo Barbosa.

Outro lado – A Sabesp informou que o abastecimento está normal em toda a área atendida pela Companhia. Disse ainda que não há falta d’água generalizada, e casos pontuais estão sendo solucionados. Segundo a companhia, toda a região é atendida por gestão da demanda noturna, que é feita de acordo com o consumo de água e é adotada pelo setor de saneamento e pela Comissão Europeia: quando há menos pessoas consumindo água, reduz-se a pressão nas redes a fim de evitar perdas por vazamentos e rompimento de tubulações; quando o uso é retomado, a pressão é reajustada.

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Formado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, Letras, pela Faculdade Diadema. Pós-Graduado em Estudos Linguísticos e Literários pela Fundação Santo André. Professor da Rede Estadual de Ensino... Amante da literatura e simplesmente andante das ruas de São Paulo e apaixonado pelas comidas de boteco.

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